segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

ARREPENDIMENTO


1) DEFINIÇÃO DE ARREPENDIMENTO
arrependimento
Arrependimento é o reconhecimento de que somos pecadores. É a pré-disposição de não pecarmos mais. É darmos meia-volta, abandonarmos o caminho de pecado e passarmos a viver o caminho do Evangelho de Jesus Cristo.Arrependimento é o reconhecimento de que falhamos, erramos, somos carentes e necessitamos das misericórdias de Deus. É lutar para vencermos as fraquezas e tentações da nossa carne.
É nos humilharmos aos pés do Senhor, suplicando misericórdia e perdão. É bom notar que arrependimento e remorso são coisas diferentes. O remorso consiste em a pessoa saber que errou, mas não quer abandonar o erro. É não reconhecer que deveria tê-lo evitado.  Ela está pronta a errar de novo e errará. Foi o caso de Judas  (Mat. 27:3-5). O remorso oprime e mata.
Já o arrependimento provém de Deus, causa-nos tristeza por havermos  pecado, (tristeza, porém, que não oprime, mas que produz conserto e perdão), dá-nos o desejo de não pecar mais e alegria por sabermos que já estamos salvos para sempre. O verdadeiro arrependimento opera em nós o perdão e a salvação (2a Cor. 7:9-10).

2) A NECESSIDADE DE ARREPENDIMENTO
O arrependimento é a necessidade primeira e o ponto de partida para todos os que quiserem ser salvos por Jesus Cristo. A Bíblia diz em Rom. 3:23:“Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”.Rom. 3:12 diz: “Todos se extraviaram e se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só". Ecl. 7:20 diz: “Não há Homem justo sobre a Terra que faça o bem e nunca peque”.Pelos textos citados aprendemos que todas as pessoas são pecadoras.
Isaias 64:6 diz que "nossas justiças são como trapo de imundícia" e Isaias 59:1-2 diz que "nossos pecados fazem divisão entre nós e o nosso Deus". Em Luc. 13:5 Jesus disse: "Se não vos arrependerdes, todos perecereis". Está, portanto, claro que todos somos pecadores. Daí a necessidade de arrependimento, para que sejamos perdoados e salvos. Porque sem arrependimento não há perdão e sem perdão não há salvação (Atos 2:37-38; 3:19).

3) COMO OCORRE O ARREPENDIMENTO
A doutrina do arrependimento é tão importante que o início do ministério de João Batista e do próprio Senhor Jesus foi marcado pela pregação incisiva da necessidade de arrependimento (Mat. 3:1-2 e 4:17). Pelos textos de 2a Tim. 2:25 e Atos 11:18 aprendemos que é Deus que nos dá o arrependimento para a salvação. Por Atos 2:38 e 3:19 entendemos que é necessário ler ou ouvir a pregação do Evangelho e aceitá-lo. Caso fechemos nosso coração não o aceitando, continuaremos perdidos e sob condenação.
Porém, aceitando Jesus Cristo como único Salvador e Senhor, assim como o seu sacrifício, Deus opera em nós o arrependimento, o perdão e a salvação, porquanto recebemos entendimento ao ler ou ouvir a pregação do Evangelho, e o Espírito Santo convence-nos do pecado, da justiça e do juízo.  O Espírito Santo convence--nos do pecado, para sabermos que somos pecadores e nessa condição estamos perdidos. O Espírito Santo convence-nos da justiça, para entendermos que Cristo recebeu na cruz a culpa e o castigo que eram nossos. Nossos pecados crucificaram Jesus.
A salvação é de graça e pela fé (Isaias 53:4-6; Efésios 2:8-9). Cristo é a justiça de Deus para a nossa salvação (1a Cor. 1:30). Se alguém ainda não nasceu de novo e não tem certeza da salvação, creia assim, e receba hoje pela fé o perdão e a salvação. O Espírito Santo convence-nos do juízo, para entendermos que, se não aceitarmos pela fé o sacrifício de Jesus, com arrependimento sincero de pecados, seremos condenados para sempre junto com Satanás e os demônios (João 16:7-11).

4) O ARREPENDIMENTO TRANSFORMA A VIDA
O arrependimento sincero, que nos dá a salvação, nos leva a não ocultar nada de Deus, e é precedido por três ações: confessar a Deus os pecados, abandoná-los e voltar-se para Deus, conforme os textos pela ordem (Sal. 32:5; Prov. 28:13; Isaias 55:7; 1a João 1:8-10; 1a Tes. 1:9). O arrependimento promove uma transformação geral em todas as áreas da nossa vida. Estas são as áreas que recebem maior transformação:
A) INTELECTO: No intelecto, a pessoa passa a ter um entendimento diferente de todos os pecados que envolveram sua vida passada. Descobre então que, pelo arrependimento, recebeu perdão, salvação e é uma nova criatura (2a Cor. 5:17; 1a Cor. 2:14-16).
B) EMOÇÕES: Nas emoções, a pessoa passa a sentir tristeza por ter pecado, e então recebe alegria por não viver pecando mais e saber que já está salva para sempre (Luc. (15:10; 19:5-6; Atos 2:28). C) VONTADE: Na vontade, a pessoa é movida a viver conforme o Evangelho de Cristo e a obedecer a toda a vontade de Deus (Rom. 12:1-2).

5) AFERINDO NOSSO ARREPENDIMENTO:
grupo orandoPelas características a seguir, qualquer pessoa pode saber se já experimentou ou não o verdadeiro arrependimento. Ocorre na pessoa arrependida uma mudança de pensamento em relação a Deus, em relação ao seu próximo e em relação aos seus pecados.
O arrependido condena agora o que aprovava antes. Passa a ver as coisas através dos olhos de Deus. Passa a amar e admirar tudo o que Deus criou e, em toda a obra da criação, descobre o poder e a glória de Deus (Sal. 19 e Sal. 8).
Antes do arrependimento, a pessoa quer fazer a sua própria vontade e dirigir os seus próprios caminhos, porém, depois de arrepender-se, ela quer fazer a vontade de Deus e por Ele ser dirigida. Antes de arrepender-se, procura esconder os seus pecados e jus-tificar a si mesma (Luc. 16:15; Mat. 23:27-28).
Depois do arrependimento, o Espírito Santo de Deus faz-lhe entender que só pode ser justificada pelo sacrifício de Jesus Cristo. A pessoa arrependida sente tristeza pelos pecados que antes praticava e agora detesta, reconhece quanto Deus é bom e sofreu por seus pecados em Jesus Cristo. O arrependimento sincero produz em cada vida esforço para abandonar o pecado e cria a disposição de seguir a Jesus.
O arrependido abandona toda a idolatria em que antes se apoiava, crê exclusivamente em Jesus Cristo e produz frutos dignos de arrependimento (Mat. 3:8; João 15:16; Rom. 5:1-2 e vs. 8 e 9).

6) O RESULTADO DO ARREPENDIMENTO
Ninguém merece o perdão nem a salvação, mas Deus perdoa e salva por graça e de graça, ou seja, favor não merecido e gratuito a todos que se arrependem e pela fé crêem em Jesus Cristo como único Salvador e Senhor. O arrependimento gera a fé salvadora, abre--nos a porta a todas as bênçãos do Evangelho, proporciona grande alegria entre os Anjos nos Céus (Ef. 1:3; Luc. 15:7-10), derruba a barreira do pecado e concede-nos comunhão com Deus.






sexta-feira, 7 de dezembro de 2012


Um chamado para todos

"TU, PORÉM , SÊ  SÓBRIO EM TODAS AS COISAS,SUPORTANDO AS AFLIÇÕES,FAZE O TRABALHO DE EVANGELISTA, CUMPRE CABALMENTE O TEU MINISTÉRIO (2 Tm 4.5)

Já com base nesse titulo, podemos ver que o autor da uma base de qual é o dever do cristão.  (qual é esse de ver?) Cristo não mandou que seu evangelho fosse pregado nos quatro cantos do mundo, a todos os que ouvirem. (Esse é um chamado somente meu?)
                Essa é uma obrigação, não é um mandamento, é uma ordem de Deus ao homem, pois projeto de Deus a respeito da salvação não era só para um, era para todos. No episódio do dia de pentecoste, havia a li várias pessoas de diferentes lugares, que puderam ouvir sobre Jesus na sua língua materna (atos: 2). Sem levar em conta de que Deus Levantou um romano para pregar, para os gentios.  (PAULO)
                Deus chamou pessoas que era a olho humano incapazes de fazer a sua obra, temos exemplos de pessoas que não tinha qualidade para realizar tal obra, mais que acreditaram no chamado de Deus, e foram obedientes a ele. Caro leitor (a) se você se sente um inútil, incapaz, sem coragem, com vergonha por não saber falar, ou se expressar, sem ter conhecimento de teologia, sem ser mestre em história; não fique triste, por que Deus usa as coisas insignificantes, humildes desse mundo para envergonhar as sabias (1cor. 1:28). Deus usou Moisés para envergonha a faraó rei do Egito.
                Não deixe de falar do que cristo fez na sua vida, fale! Não se cale! Porque o mundo está precisando de socorro. E você pode fazer a diferença. Moisés foi chamado para liberta o povo de Israel (Êxodo: 3:7-15), VOCÊ É CHAMADO PARA LIBERTA SUA CASA, SUA FAMILHIA, SUA RUA, SUA CIDADE, SEU PAIS, SUA VIDA.

LEMBRE-SE QUE SEU TESTEMUNHO SALVA VIDAS !
                

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012


Jefferson Queiroz
 Esse artigo é dedicado ao nosso amigo Jefferson Queiroz, pelo trabalho realizado na obra do SENHOR.
Nascido em dezesseis de julho de 1974, pai de dois filhos, casado a mais de dez anos, morador da cidade de Caparaó minas gerais, filho de Maria Antônia e Gil Queiroz.
 Com canções que marcaram a nossa vida, ele vem provando que para DEUS não há barreiras, com cinco CDs gravado, ele vem mostrando o seu trabalho. Jefferson por onde passa prega o evangelho do senhor, um evangelista nato. Homem de bem, temente a Deus.
Com hinos antigos, mais atuais, vem marcando o coração das pessoas por onde passa com uma voz inigualável e inconfundível.
Jefferson Queiroz um instrumento na mão do Senhor.

                

O que é boa música evangélica?



Muitos irmãos perguntam o que entendo ser “boa música evangélica”. Essencialmente, me baseio em três fatores como critério. Primeiro: a letra tem de ser bíblica. Segundo: a letra tem de ser bíblica. Terceiro: a letra tem de ser bíblica. Pronto. Quando falo isso, a reação em 100% dos casos é uma cara de espanto ou um riso e a pergunta “ahn, só isso?”. E aí começa uma série de perguntas, como “mas o compositor não tem que ser crente?”, “e se for uma versão de uma música secular?”, “e se o cantor estiver vivendo em pecado?” e outras que você certamente já conhece. A esse respeito já discorri bastante no texto “Cristão deve ouvir música do mundo?“, mas volto ao assunto para fazer mais algumas observações sobre o tema.
Quando falamos de “música evangélica” estamos nos referindo basicamente a quatro tipos de canções, cada um com uma finalidade específica. Primeiro, pode ser um louvor (palavra que etimologicamente significa “elogio”) e, nesse caso, precisa necessariamente ser teocêntrico. Ou seja, tem que ter como foco Deus (Pai, Filho ou Espírito Santo). Pois cantar um louvor é exaltar a pessoa de Deus e/ou os seus feitos. Não se pode dizer que um louvor é uma música que fale sobre a vida de Sansão, por exemplo. O louvor torna-se, assim, o tipo de música cristã básico e principal nos cultos, uma vez que a finalidade das reuniões públicas que chamamos “culto”, por definição, é a adoração e a exaltação do Senhor.
“Músicas evangélicas” também podem ser canções acerca de temas bíblicos mas que tenham um caráter didático. É o caso, por exemplo, de cantigas infantis, que servem para ensinar histórias bíblicas ou verdades da fé para crianças, como “Homenzinho torto“. Nesse caso, os holofotes não estão especificamente sobre o Senhor, como no louvor, mas também no homem, para cuja edificação e aprendizado essas canções foram compostas. Louvor é algo para Deus; músicas de caráter didático são sobre Deus para o homem.
Há ainda um terceiro tipo, que não é nem louvor nem algo didático, mas simplesmente músicas que se referem a realidades do universo cristão. Nesse terceiro grupo há variações, como as que servem para edificar, consolar ou exortar os que ouvem – como “O mover do Espírito” (“Quero que valorize o que você tem, você é um ser, você é alguém tão importante para Deus…”) – ou as que promovem a comunhão – como “Visitante” (“Visitante, seja bem-vindo, sua presença é um prazer…”).
Por fim, o quarto grupo são músicas cujas letras remetem às coisas de Deus mas servem para o entretenimento e o prazer de quem escuta, como aquelas canções que alcançam sensorialmente e esteticamente quem ouve – da mesma forma que uma composição de Tom Jobim faria – e podem trazer elementos dos outros três tipos. Em geral, contam com um apuro harmônico e uma poesia fina nas letras. É o caso de “O Tapeceiro“, de Stênio Marcius.
Nenhum desses tipos de música cristã é depreciativo. Eles diferem essencialmente em sua finalidade. É bom que Deus seja enaltecido e louvado. É bom que aprendamos sobre as coisas de Deus. É bom que haja canções que nos remetam e conduzam para o universo da fé. E é bom que as Escrituras inspirem artistas a criar obras que nos proporcionem deleite.
Algo que costuma confundir muito as pessoas é a divisão da música cristã em “hinos” e “corinhos”. Isso não existe. É simplesmente uma convenção cultural, que classifica entre os “hinos” as canções mais antigas ou que constam de algum hinário cristão e “corinhos” algo mais recente, que de repente foi lançado em CD e toca (ou tocou) nas rádios. Assim, essa é uma mera convenção cronológica, mas não existe absolutamente nenhuma diferenciação espiritual entre uma música da Harpa Cristã e uma cantada por Heloisa Rosa, por exemplo. Em si mesmas, nada as difere enquanto finalidade.
A questão do estilo também incomoda muitos. Mas, para entender isso, precisamos observar algo sobre música. Toda música é composta de ritmo, melodia e harmonia. Em termos bem populares, podemos dizer que o ritmo é a “batida”, a “velocidade”; a melodia é o “lá lá lá”, aquilo que você assobia quando lembra de uma canção; e a harmonia é o conjunto de todas as melodias envolvidas na formatação final. Existem conceitos periféricos, como o arranjo, que é a forma de se apresentar uma mesma música, organizando esses três itens juntos (um hino do século 16 pode ser tocado como rock, por exemplo, dependendo do arranjo que se faz).
Assim, um estilo não define se uma música é ou não cristã, louvor ou o que for. É uma mera forma de se apresentar uma canção. Você encontra músicas evangélicas de estilos bem variados. “Leão da Tribo de Judá” (“Ele é o Leão da Tribo de Judá, Jesus quebrou nossas cadeias e nos libertou…”) é um rock. Já “Fonte de água viva” (“Aquele que tem sede busca beber da água que Cristo dá…”) é axé, igualzinho a Timbalada (e não faça careta, é o que é), embora possa ser tocada como reggae (ouça aqui). “Desemborca o vaso” (“Desemborca o vaso, dê glória, e seja cheio até transbordar…”) é forró. E por aí vai. Em geral, este é um aspecto que gera muita rejeição. Uns defendem que rock é do diabo, por exemplo, mas cantam na igreja, sem se dar conta, diversas músicas cristãs que têm estilo rock. Biblicamente não se pode desmerecer um estilo, trata-se de gosto pessoal. Como já ouvi, “não existe fá maior do diabo e dó sustenido de Deus”.
Assim, há quem goste dos “corinhos de fogo” (que nada mais são do que músicas em ritmo de forró e letras bem pentecostais). Há quem prefira o tipo pop mais comum, como as canções de Diante do Trono, Kleber Lucas e Marquinhos Gomes. Ou os que só considerem audíveis as que são estilo MPB, como Gerson Borges e Glauber Plaça. É geralmente no quesito “gosto pessoal” que surgem os maiores problemas. Quem gosta dos “corinhos de fogo” vai dizer que Gerson Borges é “frio e sem unção”. Quem gosta de João Alexandre vai dizer que Ana Paula Valadão é “música pasteurizada, clichê e sem criatividade”. Quem gosta de Diante do Trono vai falar que não se emociona com hinos do Cantor Cristão (e que fique claro que, naturalmente, estou generalizando).  E por aí seguimos, numa discussão que nunca terá fim.
Eu, particularmente, não gosto do que canta Cassiane. Não gosto de alguns hinos da Harpa Cristã. Não gosto de praticamente nada de Diante do Trono, essencialmente porque a voz da cantora não me agrada. Mas o que eu gosto éabsolutamente irrelevante para definir se uma música cumpre o seu propósito para com Deus. Gosto pessoal não entra na equação. Um louvor, por exemplo, não tem que me agradar ou agradar você, tem que agradar Deus. Então posso muito bem cantar algo que não me toca a alma mas racionalmente sei que engrandece o Senhor. É um erro achar que “boa música evangélica” é a que nos leva a um estado de profunda emoção ou catarse. Ela pode ou não fazer isso – o que não quer dizer nada em termos espirituais. Quando ouço árias de ópera, como “Nessun dorma” ou “Vesti la giubba” me emociono profundamente e choro com frequência – o que não quer dizer nada em termos espirituais, Placido Domingo não tem mais unção por causa disso. É simplesmente algo que move meu coração poeticamente e liricamente. A exata mesma coisa se dá com músicas cristãs: uma canção de Michael W. Smith me conduzir às lágrimas não atesta nada sobre sua unção, simplesmente é algo que me comove – o que não quer dizer que não tenha unção, simplesmente lágrimas não são o termômetro que define o “grau” de unção de uma música.
Estamos muito acostumados ao emocionalismo. Fomos ensinados que “unção” tem a ver com o que eu sinto na hora em que canto. Nada menos verdadeiro, senão o violino do judeu Yitzhak Perlman tocando o tema de “A lista de Schindler” ou “Por una cabeza“, de Carlos Gardel, seria a coisa mais ungida do mundo. Temos de repensar, reaprender isso: o que sinto num momento de louvor não importa perto do que eu afirmo racionalmente. Louvor é algo racional. Música didática é algo racional. Se houver emoção, ótimo, quem não gosta? Mas se não, não faz biblicamente nenhuma diferença.
Em resumo, entendo que “boa música evangélica” é a que cumpre a finalidade para a qual foi composta – e é bíblica. Se foi concebida para ser um louvor, deve exaltar Deus e seus feitos de modo que a criatura agrade o Criador. Se foi concebida para ser didática, deve ensinar bem quem ouve acerca do que transmite. Se foi concebida para levar os irmãos à comunhão, deve fazê-lo de forma ordenada e natural. E se foi concebida para ser ouvida e apreciada, deve ser bela aos ouvidos de quem ouve. Tudo isso independentemente de estilo, ritmo, melodia, quem canta, quem compôs, se é ou não versão e muito menos se provoca emoção. Mas, sempre, tem de ser bíblica. Se não for… não é música cristã.
Para terminar, compartilho aqui algumas músicas cristãs de que gosto (repare que usei propositalmente o verbogostar) e que se encaixam no que defendo neste texto. Escolhi artistas bem variados (posso gostar deles ou não).
Entre os louvores, posso dar o exemplo de “Vencendo vem Jesus”. Muitos não sabem, mas ela é uma versão de uma música secular. Conhecidíssima, trata-se de uma canção de batalha da Guerra Civil americana que fala sobre a morte de um soldado chamado John Brown – mas que teve sua letra trocada para uma de temática cristã por uma irmã em Cristo chamada Julia Ward Howe e hoje está em hinários como a Harpa Cristã. Mostro aqui duas versões, repare a diferença de estilo. Primeiro algo bem pop rock, na voz de Kleber Lucas
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

É O FIM DO MUNDO


Mulher Melão vira evangélica

Não se fala em outra coisa entre as mulheres frutas e afins. Mulher Melão virou evangélica. Segundo sua assessoria, Renata Frisson frequenta a Igreja Universal há dois anos e meio. Mas o curioso é que só agora algumas pessoas mais próximas ficaram sabendo. No mínimo, estranho. 

Tem gente afirmando que ela deve pegar mais leve nas suas cancões e nas roupas. E que a famosa "Você Quer" vai ganhar um refrão assim: "Você quer, Você quer .... Jesus!". Que coisa... A assessoria da fofa nega tudo e diz que a bela manterá o estilo funkeira de ser. Resta saber até quando.


As pessoas estão assimilando fama com EVANGELHO. Estão brincando com uma coisa muito seria, por que COM DEU NINGUÉM BRICA, DE DEUS " NÃO SE ZOMBA" .  GÁLATAS 6:7
 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

MORDOMIA CRISTÃ: O QUE É? E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA


MORDOMIA CRISTÃ: O QUE É? E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA




Texto Básico: Salmos 24.1-10

Introdução:
            Ao contrário do que se pensa, mordomia não é desfrutar dos prazeres da vida sem pagar as próprias despesas, não é ter um "vidão", mas significa "cargo ou funções de mordomo", sendo que mordomo é o "serviçal que administra uma casa". Temos como exemplo José, que no Egito administrou a casa de Potifar (Gn 39.4-6).

           
1- O homem é o mordomo de Deus. (Gn 1.26)
            Deus deu ao homem o domínio da terra, mas o homem teria que seguir as leis determinadas por Deus, que é o criador e senhor de todas as coisas (Sl 24.1/ Am 4.13)

2- O Homem pertence a Deus.
2.1         O homem pertence a Deus por direito de criação: (Gn 1.27/ Is 45.12)
2.2         O homem pertence a Deus por direito de preservação: ( AT 14.17/ Cl 1.17)
2.3          O homem pertence a Deus por direito de redenção: (1 Co 6.20/ Tt 2.14)

3- A importância da modomia cristã.
            A mordomia cristã implica em administrar, com responsabilidade, nossos próprios bens espirituais, morais e materiais, segundo a suprema vontade de Cristo, então cada atividade de nossas vidas, no lar, no trabalho, na escola e etc deve estar de acordo com as leis de Deus, pois pertencemos a Ele.

3.1 A mordomia cristã desenvolve o senso de responsabilidade.
            Por ser apenas um mordomo, e não senhor de seus bens, o cristão precisa ter uma vida responsável e organizada com seus bens e compromissos. (Rm 12.11)


3.2 A mordomia cristã inclui prestação de contas.
            Todo homem, um dia prestará conta de seus feitos com Deus, o verdadeiro senhor de todas as coisas. (Rm 14.12/ Mt 16.27)

3.3 A mordomia cristã valoriza a vida humana.
            O cristão não vive sem direção, pois reconhece o seu papel como servo de Deus, sabendo que este é o propósito de Deus para a sua vida e que foi para esta finalidade que ele foi criado.

3.4 O reconhecimento da vontade divina:
            3.4.1 Através da vontade absoluta de Deus: (Rm 8.28-30)
            3.4.2 Através da vontade permissiva de Deus: (At 14.16/ Rm 1.24)
            3.4.2 Através da vontade preventiva de Deus:  (Gn 20.6 / Gn 31.24/ Sl 19.13)

Conclusão:
            Deus é o Senhor de tudo e de todos, tudo lhe pertence, somos apenas seus mordomos nesta terra, devemos ter zelo e fidelidade, sabendo que um dia vamos prestar contas de nossos atos, sendo recompensados na mesma proporção do nosso empenho em cumprir as Suas determinações.









fonte : http://peregrinodecristo.blogspot.com.br

terça-feira, 13 de novembro de 2012

MOMENTO WESLEY 1° PARTE


A graça é a fonte de todas as bênçãos conferidas ao homem e, dada a condição deste, oriunda da queda, suasalvação decorre proeminentemente daquela mesma fonte. A fé é a condição da salvação.I. Qual é a fé mediante a qual somos salvos?1. Não é meramente a fé dos pagãos, posta em Deus como governador moral.2. Não é a fé intelectual do demônio.3. Não é apenas a fé dos Apóstolos, antes da ressurreição.4. Mas a fé em Cristo, de coração; fé na propiciação.5. Entretanto, a fé cristã não é apenas assentimento ao Evangelho de Cristo em conjunto, mas também plenaconfiança no sangue de Cristo; confiança nos méritos de sua vida, morte e ressurreição; descanso nele comonossa propiciação e nossa vida, dada por nós e vivendo em nós. É a confiança segura que o homem tem emDeus, de que, através dos méritos de Cristo, seus pecados são perdoados e ele é restaurado no favor de Deus:em conseqüência disto, passa a estar unido a Ele, ligado a Ele como nossa “sabedoria, justiça, santificação e redenção”, ou, numa palavra, nossa Salvação.



                         John Wesley.